Strippers #7 – Por Mais Críticos de Quadrinhos

Apresentado por Rafael Marçal e com a presença de Digo Freitas, Leonardo Maciel e Rodrigo Chaves, neste programa conversamos sobre a importância da crítica de quadrinhos de qualidade. Para quem a crítica deve ser voltada? Quem pode criticar? O que um crítico tem que saber? Por que temos tão poucos críticos de quadrinhos que colocam o dedo na ferida?

Saiba mais ouvindo esse episódio!

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2 comments

  1. Fazia tempo que eu não ouvia nada de Podcast, resolvi ouvir esse por causa da galera que apareceu e tal, aliás, faz tempo que nem comento em nada.
    Mas nem acho tanto que a crítica especializada deva ser tão exageradamente técnica, por que senão o crítico se afasta demais do público alvo, soando como alguém muito distante, fodão demais.
    Venhamos e convenhamos, o problema maior da crítica atualmente é o mesmo do mercado de quadrinhos nacional, a galera tá produzindo pra outros quadrinistas, e o mercado se canibaliza, só quem produz, compra, e fica nessa, claro que tem uma galera de fora que compra também, mas é muito menos público leigo do que colegas de profissão (excetuando alguns casos, tipo o Coala).
    O negócio da crítica é que uma galera não vai falar realmente o que acha, com medo de se queimar na panelinha, só quem fala mesmo o que pensa é a galera que já tá garantida, tipo o Sidney Gusman e talvez a Milena Azevedo, se bem que ela também elogiou pra caralho o Shogum dos Mortos e depois colocou sem explicação no meio dos piores do mês.
    A questão deveria ser, ouçam a crítica do leitor, por que é ele que você está tentando agradar, ele que você deve focar em vender, por que no fim, seus colegas vão parar de comprar e você não vai ter público, por que só cativou os amiguinhos, e não quem realmente paga pelo seu material.
    Por mais que você queira fazer um quadrinho do jeito que você sonhou, ele não tem que agradar só você, ele tem que agradar muito mais, quem lê e mais ainda, quem lê e não produz também.

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